
domingo, 3 de outubro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
E esta, hein?

Ela tem razão. É que há gente que gosta realmente de brincar com o fogo. E não é que se dão bem?!
Eu continuo a ficar perplexa com isto. Não percebo isto, não percebo nada. Nem os que fazem porcaria nem os que deixam fazer. É que uma coisa é não ter medo, outra bem diferente é não ter consciência. Há coisas que não se devem fazer, por uma questão de honestidade. Há assim umas alminhas que não têm medo nenhum de fazer porcaria (porcaria má mesmo, não são aquelas asneiras que dá gosto fazer ;P). E saem-se bem! Olha que há cada coisa… E não adianta virem dizer-me que essas pessoas acabam por ter a paga. Ai têm? Olhem, já acreditei mais nisso…
A aparente facilidade com que certas pessoas obtêm o que querem espanta-me. Qual será a receita para tamanho feito? Coragem? Hmmm, duvido… Não vejo coragem nenhuma em certos comportamentos, vejo sim uma tremenda falta de respeito. Mas pronto, parece não haver nada a fazer. E embora prefira (mesmo) ser como sou, às vezes dou por mim a pensar que quem não tem medo de fazer porcaria lá vai levando a água ao seu moinho e o resto dos patetas ficam a olhar. Perplexos, como eu.
Alegria, alívio e uma ponta de tristeza
É o que sinto em relação à conclusão do meu mestrado.
Correu bem, muito bem, a defesa da dissertação. Melhor do que estava à espera! Daí o sentimento de alegria, pela conclusão desta etapa final (deu muito trabalhinho!) e pelos elogios que ouvi (obrigada :D) e a felicidade genuína que as pessoas que gostam de mim demonstraram sentir. No final de tudo, já com a nota, senti um alívio bem grande… Consegui! Terminei! E até correu bem… Puf, já passou! :)
Depois, no meio da alegria, lá veio uma ponta de tristeza. Acabei, pois… e com a conclusão do mestrado, de repente uma pessoa vê-se assim sem saber muito bem o que fazer a seguir. Tenho pena sobretudo de deixar algumas pessoas que encontrei. O sentimento de pertença fica baralhado, confuso. Subitamente, já não pertenço ali, não da mesma forma… Tenho pena, pois claro.
Mas para já vou gozar as minhas férias, o Verão, o calorzinho (espero eu!). Depois, quando as férias já estiverem a prolongar-se demasiado, entro em depressão. Mas só nessa altura! J
quinta-feira, 3 de junho de 2010
O gato e os seus parentes
Encontro Nacional da JUFRA
terça-feira, 18 de maio de 2010
Marcas
O que é interessante (ou não) é que quem paga pelas feridas que nos foram feitas raramente é a pessoa que as fez. É quem vem depois, que não sabe de nada e nada compreende, que leva com o medo que outra alminha qualquer criou em nós. "Como tu me magoaste, não vou deixar que mais ninguém se aproxime como tu aproximaste."
Que injusto!!!
Mas que se chegue à frente quem consegue enfrentar todas as situações da vida de peito aberto... Pois...
Cada um de nós tem as suas mazelas. Podem estar mais bem escondidas ou não. E é sempre um pouco embaraçoso quando somos confrontados com as do outros e percebemos que, às tantas, até fomos injustos e insensíveis em determinada altura...
Desculpa... se já fui injusta contigo.
No entanto, há duas coisas que não podemos esquecer. A primeira é que o medo não serve para nada, nem sequer nos protege seja do que for. Há que mandar o medo às urtigas e em vez disso usar apenas bom senso. A segunda é que...
...se não deixarmos que cuidem de nós, ninguém conseguirá cuidar...
Um beijinho para cada um


