segunda-feira, 9 de abril de 2012

Porquê? Porquê? Porquê?

Há coisas que não são por acaso. No meio de tanta pergunta estranha a pedir para explicar coisas difíceis de perceber, a mim foi logo calhar-me uma tirinha de papel cheia de "Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?", simplesmente. Ora logo a mim, que passo a vida a pensar "Porquê?" e raramente obtenho respostas satisfatórias (pelo menos em tempo útil). Na altura, ao ler o papelinho, dei uma gargalhada por ter acertado em cheio, e o resto da malta riu-se do absurdo da minha tirinha de papel. Hoje em dia, passado um ano, concluo que não evoluí quase nada nesta matéria. Continuo no "Porquê? Porquê?", numa tentativa de racionalizar quase tudo para que as dúvidas não sejam tão grandes, para que os sentimentos não sejam tão avassaladores, para tentar aceitar coisas que escapam à minha vontade e ao meu entendimento.

Sou uma tonta. Uma tonta cheia de porquês. Mas de vez em quando lá vou tendo algumas respostas. Pelo menos sei porque fui guiada a pôr a cruzinha no quadradinho que me levou ao momento em que tirei aquele papelinho do monte. E ainda bem que tudo aconteceu assim :)

Mas às vezes dá vontade de jogar o jogo do copo e perguntar à Princesa Diana ou ao Kurt Cobain porque raio aconteceu isto ou aquilo! Porquê?!

1 comentário:

Tete disse...

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